Ordre des Chevaliers Elus Cohen de L,Univers (1758)


19/04/2011


Segredos do Cerebro

 

 

Todos nós estamos familiarizados com a idéia de que a memória está contida no cérebro e, não raro, usamos a palavra cérebro como sinônimo para "mente" e "memória". Eu estou sugerindo que o cérebro assemelha-se, em algum aspecto de suas funções, a um sistema de sintonia e que a memória não consiste em um dispositivo orgânico localizado onde seriam armazenadas as informações. O principal argumento a favor da localização da memória no cérebro é o fato de que certas lesões na massa encefálica produzem perda de memória. Se o cérebro é danificado, em um acidente de carro, por exemplo, e a vítima perde a memória, então, a suposição óbvia é de que o tecido responsável pela memória foi destruído. Porém, esta conclusão logo se mostra enganosa. Consideremos, novamente, a analogia da TV. Se o aparelho é danificado de modo que não mais exibe perfeitamente certos canais, ou não exibe nenhum canal; ou se a TV fica muda pela destruição dos componentes relacionados à reprodução do som, isto não prova que os sons e a imagens estavam alojados dentro da máquina. Isto apenas demonstra que o sistema de sintonia ou o sistema de áudio, foram, de alguma maneira, danificados. O mesmo se aplica à perda de memória decorrente de danos ocorridos no cérebro: esta perda de memória não prova que as lembranças estão contidas no cérebro. De fato, em muitos casos, a perda de memória é temporária, como a amnésia por concussão.

A recuperação da memória é muito difícil de explicar nos termos das teorias convencionais; se a memória é destruída junto com os tecidos que a contém; se é destruída porque é um registro em "suporte" orgânico, então, não haveria possibilidade de recuperação Entretanto, isso ocorre freqüentemente. Outro argumento pelo qual se presume a localização da memória no cérebro é sugerido pelos experimentos de estimulação elétrica empreendidos por Wilder Penfield e outros. Penfield estimulava o lobo temporal de pacientes epilépticos e descobriu que alguns daqueles estímulos podiam extrair vívidas respostas que os pacientes interpretavam como lembranças de coisas que teriam feito no passado. Penfield concluiu que os estímulos despertavam, na memória, lembranças que estavam alojadas no córtex. Recorrendo ainda à analogia da TV, se uma interferência (estímulo) no sistema de sintonia do aparelho, produz uma mudança de canal, isto não prova que a informação, o programa, estava armazenado dentro do circuito de sintonia. Em seu último livro, O mistério da mente , o próprio Penfield abandonou a idéia dos experimentos como prova de que as lembranças residem no interior do cérebro. Ele concluiu que, de alguma forma, a memória não está localizada no córtex.

Muitas experiências têm sido realizadas a fim de localizar indícios da memória no cérebro. É bastante conhecido trabalho do neurofisiologista Karl Lashley. Ele treinou ratos no aprendizado de certos truques. Depois, remoeu partes de seus cérebros para determinar se os ratos ainda retinham a capacidade de realizar os truques. Supreendentemente, mesmo removendo mais de 50% do cérebro, nenhuma alteração foi perda de habilidade nos saberes aprendidos foi verificada. Mesmo removendo todo o cérebro dos ratos, ainda assim, por curto período, os animais realizaram tarefas. Evidenciou-se que a remoção de enorme parte do cérebro não afetava a memória. Resultados semelhantes foram obtidos por outros pesquisadores com invertebrados, como octopus. São experiências pioneiras; as primeiras a sugerir que a memória pode estar em todo lugar e em parte alguma; e não localizada em uma circunstância ou suporte orgânico. Lashley concluiu que a memória é uma faculdade que se encontra distribuída por todo o cérebro uma vez que sua experiência não encontrou indícios de memória nenhuma área específica, como era proposto pelas especulações da teoria clássica. Karl Pribam, discípulo de Lashley, desenvolveu a idéia do mestre e concebeu a teoria da memória em registro holográfico; a memória seria como uma imagem holográfica, um padrão de interferência presente na totalidade do cérebro.

O que Lashley e Pribam parecem não ter considerado é a possibilidade de que, de forma alguma, a memória esteja alojada no cérebro. É uma idéia mais consistente em confronto com a análise detalhada, em relação às conclusões superficiais das teorias tradicionais ou da teoria holográfica. Muitas das dificuldades que apresentam quando tentamos localizar a memória no cérebro deve-se ao fato de que o cérebro é muito mais dinâmico do que se acreditava. A química nas sinapses, nas estruturas nervosas e moleculares das células estão sempre mudando, se renovando o tempo todo. Por isso torna-se mais difícil perceber como as lembranças são evocadas.

Existe também um problema de lógica sobre a teoria da memória armazenada, problema que tem sido apontado por vários filósofos. As teorias convencionais concebem memória como informações codificadas em um sistema instalado no cérebro. Quando alguma lembrança é solicitada, um mecanismo de recuperação seria ativado; tal mecanismo seria capaz de reconhecer a lembrança que está sendo procurada. Isso implica a existência de uma "memória da memória" numa seqüência de "lembradores" que vai ao infinito. Muitos filósofos, então, argumentam que este é golpe fatal em todas as teorias que admitem lembranças armazenadas no cérebro. Entretanto, os teóricos da memória não estão interessados no que pensam os filósofos embora não consigam responder àquele argumento, que, para mim, é um argumento de valor.

Considerando "memória" sob a ótica da ressonância mórfica, eu posso perguntar: se nós somos capazes de sintonizar nossas próprias lembranças então por quê não poderíamos "entrar em sintonia" com as lembranças das outras pessoas? Eu creio que fazemos isso e que este é um princípio fundamental em uma teoria que admite a existência de uma memória coletiva com a qual todos nós estamos "sintonizados" e que constitui uma dimensão de referência em relação ao desenvolvimento de nossas próprias experiências e em relação ao desenvolvimento de nossas memórias individuais. Esta concepção e muito semelhante à idéia do inconsciente coletivo.

Jung pensou o inconsciente coletivo como uma memória coletiva, memória coletiva da humanidade. Ele acreditava que, naturalmente, as pessoas deveriam estar ligadas (conectadas) aos membros de sua espécie, raça, grupo socio-cultural mas que, todavia, deveria haver uma "ressonância de fundo" abarcando toda a humanidade, um patrimônio comum de experiências, como comportamento maternal e vários padrões e estruturas sociais e de pensamento; uma memória não-individual mas, antes, um acervo de formas básicas e aplicáveis em diferentes contextos: os arquétipos. A noção junguiana de inconsciente coletivo se encaixa muito bem na teoria que eu estou desenvolvendo. A teoria da ressonância mórfica pode conduzir a uma reafirmação radical do conceito de inconsciente coletivo. Essa reafirmação é necessária porque o atual paradigma mecanicista, que ainda predomina em biologia convencional, recusa a existência de algo como o inconsciente coletivo; o conceito de uma memória coletiva de raça ou espécie tem sido excluído das conjecturas teóricas, que não admitem herança de características adquiridas pela experiência. Por exemplo, a mitologia de uma tribo africana não pode influenciar ou aparecer nos sonhos de um suíço ou de qualquer um que não seja afro-descendente. Jung contesta e acredita que esse tipo de coisa pode acontecer - o que é impossível para o ponto de vista convencional porque a ciência objetiva jamais considerou seriamente a validade da teoria do inconsciente coletivo.

É uma teoria encarada como inconsistente, cujo valor é tão somente poético, como uma metáfora sem relevância, inapropriada ao pensamento científico e sem possibilidade de comprovação diante dos padrões vigentes de investigação em biologia. A hipótese que eu proponho é similar à idéia do inconsciente coletivo, segundo Jung. A principal diferença é que Jung concebe o inconsciente coletivo como algo próprio da espécie humana. Eu acredito que um princípio similar opera na totalidade do Universo e não apenas no âmbito da experiência humana. Se a hipótese da ressonância mórfica mostrar-se correta, então, a idéia junguiana de inconsciente coletivo terá de ser reconsiderada nos meios acadêmicos e os campos morfogênicos bem como o inconsciente e memória coletivos podem desencadear uma completa mudança nas pesquisas contemporâneas da psicologia.

 

 

Escrito por Atlantis às 16h34
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06/04/2011


Possessao I

Numa possessão, existem sempre dois ou mais intervenientes,o possuído e o possessor ou possessores. Ou seja, o ser humano que está possuído e a entidade(s) espiritual(ais) possessora(s).

 

E donde vem a entidade possessora ?

 

Bem, aqui neste ponto, tenho de explicar que a realidade não é assim tão simples como a conhecemos.

 

Basicamente existem mais dois planos além do nosso em que vivemos. Um plano superior e um plano inferior. Só que o plano inferior, interfere no nosso.

 

Desde já vos informo, de que a vida não termina com a morte do corpo físico.

O ser humano, é composto (grosso modo) de corpo físico, mente e espirito. Logo uma parte física e duas não físicas. E em qualquer uma delas, os seres vivos fisicamente, podem ter problemas. A mente e o espírito, são indestrutíveis, pois fazem parte da nossa alma.

 

Após a morte física, a mente e o espirito, fundem-se, formando assim uma entidade espiritual sem corpo e com uma densidade baixa. Torna-se invisível aos olhos das pessoas normais, só quem tenha as tais faculdades de conseguir visualizar (clarividência) essas densidades, é que as vêem e alguns as podem ouvir. Saliento desde já, que o ver é uma capacidade e o ouvir é outra.

 

Têm então as entidades, o seu caminho a seguir que é o plano superior. Mas por qualquer razão, elas não vão, ou por desconhecimento, medo ou opção. Se não forem para o seu devido lugar, ficarão no plano inferior, que como já disse interfere com o nosso. As entidades espirituais conseguem movimentar-se na nossa realidade e tentam muitas vezes comunicarem-se connosco.

 

Na maior parte das vezes, as tentativas de comunicação das entidades não físicas com os seres vivos, mais não são do que um pedido de ajuda. Elas não têm a noção de que assustam as pessoas, porque muitas vezes não sabem que elas não as vêm. Ficando até muitas vezes extremamente arrependidas quando confrontadas com isso.

 

O que elas precisam, é de facto obterem informações e instruções do que devem fazer, serem encaminhadas para o seu devido lugar, para que possam ter paz e finalmente poderem evoluir. Mas para que isso possa acontecer, é necessário que alguém saiba como lhes explicar o porquê das situações em que elas se encontram. Apesar de estarem nesse estado (vivas e sem corpo físico), elas mantêm o seu raciocínio, inteligência, personalidade, vícios, doenças e virtudes que tinham a quando da altura da sua morte física.

 

Toda ou qualquer “terapia” que vise a sua expulsão pura e simples, é errada. Pois se essa expulsão se der, ela irá entrar noutro ser vivo, mas então nessa altura, já revoltada pelo que lhe fizeram anteriormente, pode ter comportamentos altamente prejudiciais.

 

 

 

Como se livrar dos possessores

 

A terapia que trata desta área, chama-se terapia desobsessiva ou despossessiva, aligeirando o nome, denomino-a de “Terapia Dissociativa”. Não tem nada a ver com qualquer tipo de exorcismo, nada disso. Afinal a entidade que entrou no campo áurico de um ser humano, está desorientada  e confusa (na maioria das vezes). A terapia neste caso o que faz, é estabelecer comunicação, explicar as razões do porquê da sua condição e instruí-la ao mesmo tempo, para que ela se dirija para o seu devido lugar que é o plano superior, fazendo assim a transição que deveria ter feito, após a morte do seu corpo físico.

Escrito por Atlantis às 17h17
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Possessao II

Obviamente que esta terapia, é uma terapia de grande risco. Não para a pessoa que está possuída mas sim para quem vai “mexer” com situações muito específicas, pois se não tiver bons conhecimentos e “permissões superiores”, é melhor nem pensar.

 

 

Como se pode ficar obsidiado ou possuído

 

A aura do ser humano, é uma espécie de capa protectora. Ela tem uma força vibracional. Uma entidade que não tenha seguido para o plano superior, tem uma vibração mais baixa que os seres humanos.

 

As pessoas devido aos seus próprios comportamentos, podem criar uma diminuição da força vibracional da sua própria aura, ficando assim á mercê de uma intercepção de outros campos de vibração semelhante. E nessas circunstâncias pode-se dar a possessão por uma entidade que esteja por perto e que o queira.

 

Imaginemos : O ser humano tem o seu campo vibracional com uma força de 1000 a 1500. E as entidades, como a têm mais baixa, imaginemos que de 500. Em estado normal, qualquer entidade não tem força suficiente para se introduzir no campo áurico de uma pessoa. Agora se por qualquer comportamento, a pessoa faz baixar a força do seu campo, aí sim, fica em risco de ser interceptada e uma vez introduzida a entidade, já não sai. E assim sendo, a entidade criou para si própria uma espécie de prisão. Se por qualquer motivo ela rejeitar o hospedeiro, poderá tentar livrar-se dele de forma dramática, pois pensa que só assim, poderá alterar a sua condição.

 

A força vibracional baixa nos seguintes casos, de perca de consciência :

                   Desmaio   Coma alcoólico   Efeito de drogas   Operação com anestesia   Forte comoção

 

Qualquer destas situações, faz baixar o campo vibracional da aura, logo, baixa as suas defesas.

Muitas pessoas já devem ter notado, que após alguma destas situações, passaram a ter alterações comportamentais. De facto, deixaram de ser “só” elas próprias, existe mais “algo”.

 

Como atrás disse, a entidade espiritual fica completamente invisível para o campo de visão normal, (densidade menos densa) após a morte do seu corpo físico. Como não faz a transição para o plano superior, a sua evolução pára. Ela transporta consigo , toda a sua personalidade, vícios, doenças, cargas emocionais, etc. que tinha a quando da sua morte física. Como se sente só, confusa, desorientada e ás vezes revoltada na sua condição presente, pode tentar manter os hábitos que tinha quando estava viva fisicamente. E para atingir esse objectivo, irá tentar introduzir-se dentro de um outro ser vivo, alojando-se no seu corpo áurico ou mental.

 

Não quero de forma nenhuma dizer que todas as entidades sejam más, mas como certamente compreenderá, o ser vivo que seja interceptado, deixará de ser só ele. Muitas vezes o obsediado tem acções e ou pensamentos que não são verdadeiramente seus e muitas vezes lhe é ordenado que faça algo. Aqui entra o factor mental e personalidade do mais forte, se o da entidade, se o do obsediado.

 

Muitas vezes as pessoas sentem um “encosto”; em outras ocasiões sentem que existe um certo deslocamento do seu “EU”; outras sentem que certas acções que fizeram não lhes parecem ter sido elas; mudanças repentinas de humor sem causa aparente; dores ou doenças “fantasmas” (que aparecem e desaparecem sem causa aparente);  em certas situações a sua personalidade se altera; etc., etc.

 

O mesmo se poderia passar quando executo uma terapia regressiva, se não tivesse o cuidado em prever essa possibilidade. Corria o risco de estar a fazer uma regressão á própria entidade a qual não tinha nada a ver com os problemas do próprio paciente, criando também uma possibilidade de ela se virar contra o próprio terapeuta.

 

Escrito por Atlantis às 17h14
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Possessao III

Por acaso nunca notou, ter atravessado uma zona fria, sem que houvesse alguma razão para isso ? ou ter sentido um ligeiro arrepio de frio, sem haver qualquer corrente de ar ? ou estando só, sentir a presença de algo que não vê ? se tiver animais de estimação, ter notado que algumas vezes eles se refugiam ou se excitam ? (alguns animais têm uma maior sensibilidade). É isso mesmo, de facto não estamos sós.

 

 

Advertências

 

Não é aconselhável assistir ou fazer parte de sessões espiritas. Muito embora nessas sessões haja sempre um “sensitivo” que irá chamar e “canalizar” alguma entidade, ela pode muito bem vir com outras intenções e entrar em alguns dos presentes, que na altura tenha a sua protecção enfraquecida (aura). Jogo do copo, quija board e outras.

 

Não se deve invocar ou pedir ajuda de alguém que já partiu, pois o espirito dessa pessoa pode muito bem não ter feito a devida transição para o plano superior. Todas as acções (boas e más) que essa pessoa tenha feito na sua vida física, fazem parte da sua aprendizagem. Se quer pedir qualquer ajuda, peça a entidades superiores e nunca a seres que ainda estejam no seu ciclo reencarnatório. Peça de acordo com as suas convicções religiosas.

 

Não deve entrar em rituais religiosos, tais como, “passes” em centros espiritas e muito menos em exorcismos e outros.

 

Se sentir alguma “presença”, não ralhe nem maldiçoe, é que muitas formas de “contacto”, mais não são do que um pedido de ajuda. Respeite, mas não “mime”. Não tente entrar em conversação, pois de certa forma está-lhe a fazer sentir que ainda está viva (fisicamente) e dessa forma está-lhe a alimentar o “ego”, como também pode criar uma atracção e ou, facilitar a entrada.

 

 

O que a psiquiatria diz sobre o assunto

 

A CID.10 (Classificação Internacional das Doenças) rotula em F44.3 o chamado Estado de Transe e de Possessão. Trata-se de um transtorno caracterizado por uma perda transitória da consciência de sua própria identidade, associada a uma conservação perfeita da consciência do meio ambiente.

 

Devem ser incluídos nesse diagnóstico somente os estados de transe involuntários e não desejados, excluídos aqueles de situações admitidas no contexto cultural ou religioso do sujeito.

Isso significa que, durante um culto religioso entrando uma pessoa em transe, voluntariamente, pois ocorre no momento em que isso lhe é adequado, não se pode atribuir esse diagnóstico. Para que o quadro seja reconhecido como Estado de Transe e de Possessão não deve ser voluntário.

 

O DSM.IV (Classificação de Doenças Mentais da Associação Norte-americana de Psiquiatria), por sua vez, classifica o mesmo quadro como 300.15, Transtorno Dissociativo Sem Outra Especificação. Esta categoria se destina a transtornos nos quais a característica predominante é um sintoma dissociativo (isto é, uma perturbação nas funções habitualmente integradas da consciência, memória, identidade ou percepção do ambiente, enfim histérico) que não satisfaz os critérios para outro Transtorno Dissociativo específico.

 

Em seguida fala também do Transtorno de Transe Dissociativo, referindo como perturbações isoladas ou episódicas do estado de consciência, identidade ou memória, inerentes a determinados locais e culturas, subdividindo esse transtorno em dois tipos; Transe Dissociativo e Transe de Possessão.

 

O Transe Dissociativo envolve o estreitamento da consciência quanto ao ambiente imediato, comportamentos ou movimentos estereotipados vivenciados como estando além do controle do indivíduo. O Transe de Possessão envolve a substituição do sentimento costumeiro de identidade pessoal por uma nova identidade, atribuída à influência de um espírito, poder, divindade ou outra pessoa, e associada com movimentos estereotipados "involuntários" ou amnésia.

 

Fim de citação

 

Como se pode verificar, pelo que atrás se transcreve, a possessão é admitida pela psiquiatria. Mas as formas terapêuticas são desconhecidas

 

Escrito por Atlantis às 17h03
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